Devaneios de uma sexta-feira ensolarada

Meus livros. Não sei se por conta do destino literário ou minha leve tendência natural que me leva até eles, mas neles têm sempre aquele personagem constrangedor, inseguro, com um pouco de complexo (sem ser perturbado), que faz algo sem pensar e se ferra, claro.

Um traço de personalidade que me define, calma, assim, é algo que pode ser trabalhado, veja bem, e está provado por eles, que apesar de tantos micos estarrecedores durante a existência, eles são fortes e capazes de fazer o que quiserem; e um momento não os define pela vida inteira, talvez para quem o vê, sim, mas para meus personagens o que interessa mesmo é aprender/crescer, isto é o que mais gosto neles.

Estava pensando essa semana nos king kong mais fenomenais da minha vida, uns por falta de maturidade, outros por não conhecer o ambiente, uns por não ter ouvido a intuição, enfim eu acho que eu poderia aprender sobre a vida sem passar vergonha né...



Existe aquela oportunidade que vem e tu achas que é o momento certo, até pode ser sabe, no entanto teu espírito (ou outro aspecto de ti) não está preparado para aproveitá-la, então tu vais e é uma merda total, perde você e quem está envolvido; o momento passa e no outro dia tu estás morto com a consequência, no meu caso, constrangida ao extremo absoluto.

O que me resta são a compaixão e a beleza da sensação de que eu posso não repetir o mesmo erro.  

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